terça-feira, 31 de julho de 2007

E as montras do Luso?

Em finais do ano passado propunha-se um concurso de montras, na Mealhada e no Luso, que acabou por não se realizar devido ao fraco número de participantes.
Mais tarde fez-se um concurso de montras na Mealhada.
No Luso não.
Lanço então o repto.
Publiquem neste blogue ou enviem fotos das montras, esplanadas, balcões dos nossos estabelecimentos durante o mês de Agosto.
Como alternativa publiquem ou enviem fotos de estabelecimentos que visitem fora do Luso e que sejam bons exemplos.
Aceitam?

Luto na 7ª Arte: Bergman e Antonioni (m. 30 Julho 2007)

«E aqui sobrevivemos, puros, com a pureza que criamos, mais largos do que a terra não pode extraviar-nos, eternos como o fogo que arderá enquanto durar a Vida (...) » (Neruda)

Ingmar Bergman (1918 - 2007)

Michelangelo Antonioni (1912 - 2007)

Tenho pena de constatar que a maior parte dos estabelecimentos têm um serviço medíocre, com falta de primor e rigor, espaços desmazelados - Jibita



“Espero que os mesmos hoteleiros e comerciantes do Luso comecem a acordar também para as melhorias que devem implementar, quer de atendimento, quer de serviços prestados aos turistas que visitam a nossa terra.
Tenho muita pena de constatar que a maior parte dos estabelecimentos têm um serviço medíocre, com falta de primor e rigor, espaços desmazelados e mal cuidados.
Com isto os turistas saem maltratados e desejosos de não voltar. “ - Jibita


Não percebi onde eh que os comerciantes e hoteleiros tem um serviço medíocre?
Eu até acho o contrário!
Posso dizer que no Luso, vive-se um clima de hospitalidade pouco vulgar em Portugal!
Também já fiz as minhas viagens quer dentro e fora de Portugal, e se formos a grandes destinos de turistas, como o Algarve ou Sintra, podemos constatar que não são mais hospitaleiros do que nós!
Quanto à falta de primor e o desmazelo, não pode ser confundido com as grandes dificuldades que o comércio e hotelaria passam!
É muito fácil reparar numa loja e dizer, que ficava melhor trocar esta fachada, renovar o interior, e assim isto ficava um espectáculo.
E arranjar quem faça isto também é muito fácil, mas o difícil é PAGAR!

Não podemos comparar um restaurante aqui no Luso, que leva por exemplo por uma dose de febras por 8€, que dá para 2 pessoas, com um restaurante na Mealhada que leva por 1 dose de leitão por 30 €!
Vocês vão dizer que só apostando na qualidade é que vão ter clientes a pagar mais!
Ninguém gostaria mais de melhorar as condições do que os próprios hoteleiros, mas se eles já se vem aflitos para sobreviver, vão se empenhar para se pôr em trabalhos e pôr em risco aquilo que já fizeram!


Lido diariamente com comerciantes e hoteleiros, e todos eles me dizem que passam por grandes dificuldades.
Porque é que os atacam?
Acho que eles devem é ser elogiados pelo grande esforço que fazem para manter os negócios!
Não vejo nenhum a ficar rico! Vejo-os por outro lado, a andarem aflitos para pagar os seus compromissos!
Falar é fácil, e atacar os pequenos também, mas porque não atacam os grandes que exploram os recursos da terra, têm milhões de euros de lucro, e nem salários querem pagar aqui aos locais, e vão pagar a empresas de prestadoras de serviços com pessoal de leste!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

A malta do salgueiral diz que não foram eles.

Roubaram uma pequena piscina de 4 mil litros, que estava no jardim de uma casa em New Jersey.
(notícia do Expresso)

O meu primeiro POST


Publico hoje o meu primeiro POST!


Esperei algum tempo para aqui chegar, mas cá estou. Desde já os meus agradecimentos à administração pelo convite.


O AmoteLuso, que sigo há muito tempo e para o qual contribuí esporadicamente, tornou-se uma referência incontornável no debate social da nossa terra. É um espaço plural, democrático e de renovação.

É pena que nos últimos meses tenha caído um pouco em participação. As polémicas, aqui várias vezes protagonizadas por alguns conhecidos "bloguers" e que alimentavam muita da motivação de quem vinha ver e comentar, amainaram bastante e isso, de alguma forma, revelou o que já é sintomático do povo lusense, ou seja, uma apatia (quase) generalizada em relação aos assuntos que merecem, realmente, ser discutidos por contraste com os posts com mais de 40 comentários relativos a escárnio e maldizer.


Não é nada de novo o que estou a dizer porque, se visitarmos o arquivo, já várias outras pessoas antes alertaram para isto.


No meu primeiro POST quero enrtão alertar para este marasmo colectivo em que vivemos.

Um marasmo que torna cegos, que não deixa os Lusenses ver onde está a verdadeira razão dos seus problemas. Para mim... Os próprios Lusenses!


Há muita coisa que se pode fazer sem estarmos à espera de umas termas de Luso a funcionar em pleno. Pois, quem garante que as termas é que são a solução? Podem dar uma ajuda mas as coisas já não são o que eram há dez anos atrás...


Há coisas que se fazem no Luso que deveriam receber mais apoios... coisas com valor, que procuram novos mercados, novas oportunidades.


Exemplos disso são as iniciativas levadas a cabo por alguns grupos de jovens como os carros clássicos, sinónimo de gente com algum status e, geralmente com dinheiro pra gastar. Ou um recente festival a organizar em Setembro e do qual recebi correspondência com a conta da água. Este busca um público jovem e activo, com energia para dar vida ao Luso.


Mas pelo que vou ouvindo, principalmente sobre os veículos antigos, parece que há entidades oficiais que cortam o gaz na hora de acelerar. É pena que assim seja, mas isso reflecte apenas a mentalidade de uma geração inteira de governantes pós 25 de Abril que tem sabido gerir a coisa pública em função dos seus interesses e daí a situação económica do país.


Portanto, o Luso precisa de uma nova visão estratégica. Que venham as termas sim, mas exijamos TODOS à DGRF que cumpra o plano de investimento para a Mata do Buçaco, exijamos todos que a fábrica do Alcides Branco deixe de empestar a região com aquela M..d. em formato gasoso que leva as pessoas a sair de cá; exijamos todos que se aposte em outras formas de além das que conhecemos desde há 50 ou 60 anos e que se encontram esgotadas; exijamos que a SAL deixe cá mais do que actualmente.


Sejamos exigentes, também, connosco próprios nesta corrida atrás do prejuízo. Vejamos a qualificação da maior parte das pessoas que trabalham em contacto com os turistas no Luso. Onde é que está a formação? Quanto(a)s empregado(a)s de limpeza ou de quartos ou de cozinha ou de mesa, sabem falar mais que Português (e às vezes nem isso)? E nos bares e restaurantes do Luso?


Então como é que que se pode querer qualidade e quantidade se não temos isso para oferecer?


Exijamos, então, primeiro de nós, para depois podermos exijir aos outros!

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Gosto bué, pá. E prontos, cá vai!!! Bom FDS.


Encosta-te a mim - Jorge Palma

A avaliação dos imóveis. Ontem e hoje.

O presidente Carlos Cabral diz nos meios de comunicação que o problema actual do IMI assenta na reforma tributária criada pelo PSD. O bode expiatório, claro. Este presidente começa a lembrar-me o D. Quixote a atacar moinhos de vento.

Mas falemos sobre a reforma da tributação de imóveis.
Hoje a avaliação dos imóveis é feita de acordo com critérios objectivos: Áreas, usos, localização, etc. O valor de cálculo é transparente e possível de verificação e confirmação por qualquer pessoa.
Esta reforma da tributação veio substituir uma contribuição patrimonial aleatória e estática, com dezenas de anos. Uma contribuição absolutamente obsoleta. A reforma foi feita pelo PSD, como poderia ter sido feita por qualquer outro partido. A reforma tributária era fundamental. Todos perceberam isso. Carlos Cabral ainda não.
Obviamente necessita de ajustamentos, nomeadamente nos coeficientes de localização. Ajustamentos inclusivamente previstos no próprio diploma que definia um período de transição de 3 anos para esse efeito. Período de transição que atravessa um governo PS, que nada fez em relação a isso. E o diploma ainda vai mais longe. Baliza um intervalo de taxas e recomenda que se adoptem taxas adequadas para uma transição suave. Carlos Cabral ignora tudo isso e aplica a taxa máxima. E insiste em culpar tudo o que for laranja. E os munícipes continuam a pagar este fetiche.
Perfeitamente desfasado da evolução das coisas e da realidade em que vivemos defende o sistema anterior. Que não foi feito pelo PSD. Foi feito no tempo do Salazar.
Funcionava assim:

Numa qualquer repartição deste país
- Bom-dia. Acabei de construir a minha moradia e queria actualizar a matriz...
- Tem de preencher o modelo 129, faz favor.
- Desculpe, aqui pedem um valor para a moradia, pode ajudar-me?
- Lamento, mas o senhor é que tem de dar um valor...
- Hummm!!! Gastei cerca de 25 000 contos, mas pode ser,... sei lá 10.000 contos?
- Tanto? Deixe ver... Ponha só 500 contos.
- Só 500 contos por uma moradia?!?!... Tá bem.

Afinal isto são os últimos capítulos desta novela

"Depois deste episódio [cancelamento do treino da equipa de futebol do Penafiel, devido ao cheiro insuportável, com origem na fábrica de Alcides Branco] representantes da empresa produtora de óleos alimentares terão garantido que todo o problema estará resolvido até ao final deste mês."
ontem, no diário as beiras

Qual será a novela que irá estrear em Agosto?

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Quanta saudade do cheiro da água...

Uma imagem proposta por um jovem lusense (não sabemos se podemos revelar o nome), recebida por email, e cuja mensagem se transcreve de seguida:
"Contra os cheiros nauseabundos provenientes da fábrica mal cheirosa da Lameira Sta Eufémia, lanço esta imagem para usarmos e abusarmos numa pressão contra a dita intempérie.

Quanta saudade do cheiro da água.."

Uma imagem que vem ao encontro do repto lançado anteriormente nos blogues locais.
Da nossa parte iremos, assim que possível, fixar esta imagem neste blogue.

Bandeira do Benfica enterrada doze anos.

E não podia continuar enterrada?

Pode parecer piada minha, mas não é.
O título deste post é o mesmo de um breve texto publicado no Jornal da Mealhada, onde se refere que durante a reabertura de uma sepultura no cemitério da Mealhada para enterrar outro corpo, encontraram uma bandeira do Benfica em bom estado de conservação. Esta descoberta pouco vulgar terá surpreendido os coveiros a ponto do "achador" ter decidido guardar a bandeira consigo.
Ainda de acordo com a notícia, a bandeira faria parte de um desejo final do falecido.

Pergunto eu: fosse ou não um desejo do falecido a bandeira não deveria continuar junto ao corpo, tal como quaisquer outros bens ou haveres que o acompanharam?
Esta situação, vivida com aparente normalidade e com alguma ingenuidade à mistura, bem retratada pela própria notícia em si, não pode tipificar uma situação de profanação de cadáveres? Independentemente da resposta, julgo que seria importante que aos coveiros fossem transmitidas algumas regras básicas de conduta, que aquela profissão obriga.
Mas posso ser eu que esteja a exagerar.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Postais do Luso... com cheirinho

- Queria um postal do Luso, se faz favor.
- Veio ao sítio certo. Temos aqui postais muito bonitos.
- Mas estes cheiram a mofo...
- Sabe, são antigos...
- E não tem postais mais recentes?
- Temos, mas cheiram um bocadinho a ranço.

Revistas que não respeitam quem se preocupa com a natalidade

A lua-de-mel chamou-me a atenção para o facto da revista Jueves, já ter substituido a capa denegridora e infame, publicada uns posts atrás, sobre o príncipe Felipe e a princesa Letízia, por esta:

(Tradution: Rectificamos. Esta era a capa que queríamos publicar)

Resta saber se os nuestros hermanos vão aceitar esta nova versão do príncipe abelha e da princesa flor.
É que as marotas das abelhas passam a vida a pousar em cima de todas as flores com que se cruzam.

Estultos clichés

Ao explorar o site do Jornal da Mealhada, encontrei uma video-reportagem (uma brilhante ideia, parece-me) sobre a Escola Profissional Vasconcellos Lebre, considerada uma das que melhor funciona no país. É lamentável, contudo, a frase do director, João Pega: "As escolas profissionais têm como objectivo primário, principal (...), formar jovens para a vida activa, porque licenciados temos muitos."

Sem querer entrar na proficiência dos licenciados do país (mto desigual), a verdade é que, comparativamente com outros países da Europa, só temos cerca de apenas 10% de licenciados. Acresce a isto o facto de sermos um dos países que mais fuga de cérebros tem para o estrangeiro.

O que o senhor Pega deve ter querido dizer, e desculpem a presunção, é que em Portugal não há condições para que os licenciados tenham emprego, sobretudo porque são mão-de-obra mais cara.
E não será por acaso que temos o país que temos...

Comerciantes e hoteleiros do Luso começam a acordar: o "papão" não é SAL

«" (…) Não nos conformamos com a lentidão com que se está a trabalhar num processo, que regista um atraso considerável face ao prometido ao povo do Luso através da Câmara Municipal com o anúncio em 2002, do ‘Projecto Luso – 2007’”, prossegue o comunicado.Os comerciantes, no que diz respeito à Câmara da Mealhada, declaram: “Notamos da parte do presidente da Câmara alguma dificuldade em lidar com este processo, em reclamar com a firmeza e legitimidade que assiste ao município, a satisfação urgente dos compromissos assumidos pela SAL”.
(…)
Na sequência desta participação, e dado o silêncio que desde aí envolveu este assunto, tomámos a iniciativa de interpelar o presidente da Câmara, que em reunião nos Paços do Concelho em 5 de Junho, nos declarou nada ter de concreto para informar, transmitindo-nos a sua convicção de que a SAL não tinha qualquer intenção de alguma vez fazer passar do papel qualquer projecto de revitalização das Termas. (…) » notícia completa
(sublinhados meus)

"O treino da tarde do Futebol Clube de Penafiel, no dia 13 de Julho, no Centro de Estágios do Luso teve de ser cancelado por causa dos maus cheiros que se faziam sentir no local. O intenso cheiro a baganha, ao que tudo indica proveniente da fábrica que se encontra no centro da Lameira de Santa Eufémia fez com que o treino tivesse de ser agendado para outra altura. A equipa sénior do Futebol Clube de Penafiel esteve instalada no Luso entre os dias 13 e 21 de Julho e usou o complexo desportivo para treinar, duas vezes por dia. Apesar da necessidade de mudança do treino os responsáveis do clube de Penafiel não deixaram queixas às condições que lhe foram prestadas durante o estágio. Segundo pudemos apurar foi a própria Câmara Municipal da Mealhada quem, através de fax, procedeu à denúncia à Brigada Ambiental da Guarda Nacional Republicana.Dias depois, na noite de quarta-feira, 18 de Julho, o mau cheiro na zona do Centro de Estágios voltou fazer-se sentir. “O cheiro era nauseabundo, sentia-se o ar espesso, muito desagradável”, disse uma moradora no Luso que habitualmente passa no local.Lembramos que no dia 14 de Maio os gerentes da fábrica de óleos alimentares Alcides Branco & C.ª, reuniram com os vereadores do PSD na Câmara Municipal da Mealhada. “Foi-nos transmitido, por parte dos proprietários, a convicção firme de que todos os problemas iriam ser resolvidos até ao final do mês de Julho”, disse o vereador Gonçalo Breda Marques ao Jornal da Mealhada, no final da reunião." Jornal da Mealhada

terça-feira, 24 de julho de 2007

E os protagonistas foram...

Num programa, apresentado por Carlos Malato(rei do Carnaval da Figueira da Foz 2006, ao lado da simpatiquérrimaravilhosa Sónia Araújo) onde se prestou homenagem às 7 Maravilhas de Portugal:
- Mosteiro de Alcobaça;
- Mosteiro da Batalha;
- Castelo de Guimarães;
- Mosteiro dos Jerónimos;
- Torre de Belém;
- Castelo de Óbidos;
- Palácio Nacional da Pena
e ainda se homenagearam os 7 melhores desportistas portugueses de sempre:
- António Livramento;
- Carlos Lopes;
- Eusébio;
- Joaquim Agostinho;
- Figo;
- Rosa Mota e
- Vitor Baía

diz aqui que os protagonistas,... corrijo... os grandes protagonistas foram...

a água, o pão, o vinho e o leitão.

O Buçaco integrado numa "lista de intenções" a Património Mundial

O post anterior defende a candidatura do "Buçaco", a Monumento Nacional, o qual subscrevo por me parecer merecedor de tal título e também por dar mais força e projecção a todo aquele espaço natural e edificado.
A sua classificação como Monumento Nacional, representará um reconhecimento nacional do valor que aquele espaço encerra. E este reconhecimento nacional parece-me um passo importante, talvez até fulcral para cimentar e catapultar a candidatura do Buçaco a Património Mundial.

Uma candidatura que estará em "banho maria" segundo este texto:
«Manuela Galhardo, secretária executiva da Comissão Nacional da UNESCO, explica ao DN que "há sete bens portugueses que se encontram na Lista Indicativa, ou seja, é ainda uma lista de intenções". Fazem parte da lista a Arrábida, a Baixa Pombalina de Lisboa, a Cerca dos Carmelitas Descalços no Buçaco, a costa Sudoeste, a Fortificação de Elvas, o Palácio, Convento e Tapada de Mafra e a Universidade de Coimbra.

"Estes bens podem vir a candidatar-se até 2014, mas a iniciativa tem de partir das entidades que os tutelam", disse. Embora indicativa, a lista é do conhecimento do comité do Património da UNESCO.»

Julgo que competirá aos nossos autarcas e a todos aqueles que fizeram desta questão o seu porta-bandeiras eleitoral, encetar as diligências necessárias perante as entidades que tutelam a Mata do Buçaco, para que este património saia de uma "lista de intenções" e se concretize.
E o próximo passo até pode ser a sua classificação como Monumento Nacional.

Reclassificação do Palácio do Buçaco para Monumento Nacional.

Muito recentemente a residência oficial do Presidente da República, Palácio de Belém, em Lisboa, foi classificada como monumento nacional, em substituição da actual classificação como imóvel de interesse público (30/03/2007).

De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, «a classificação de monumento nacional é a mais elevada do Estado português em relação a bens culturais».
O Governo justifica esta classificação, «tendo em conta o conjunto edificado e o evento artístico e documental ali reunido, que representa um interesse patrimonial e cultural de significado para a nação»
Ao IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico) compete por lei a classificação de imóveis de valor cultural. Cabe-lhe assim a definição dos critérios que deverão ser utilizados neste processo: critérios de carácter geral - histórico-cultural, estético-social e técnico-científico; e de carácter complementar - integridade, autenticidade e exemplaridade do bem.
Consoante o seu valor relativo, os bens imóveis de interesse cultural podem ser classificados como de ''Interesse Nacional'' (com a designação de "Monumento Nacional"), "Interesse Público" ou "Interesse Municipal" (classificação camarária).

O acto de classificação exige uma tramitação rigorosa. Assim, após a entrada da proposta de classificação (que qualquer cidadão pode subscrever) a mesma é analisada, para se saber do valor do imóvel em causa, atendendo aos critérios em uso.

QAULQUER UM PODERIA REQUERER A RECLASSIFICAÇÃO DO PALACIO DO BUÇACO DE IMOVEL DE INTERESSE PUBLICO (IIP) PARA MONUMENTO NACIONAL (MN), MAS A CAMARA MUNICIPAL DA MEALHADA TEM A OBRIGAÇÃO PARA COM OS SEUS MUNICIPES DE FAZER ESTE TRABALHO.

Muito mais se pediria dizer, mas era esta a mensagem que eu gostava de transmitir à CMM, quer ela fosse transmitida pelo o presidente da JTLB, quer pelo o presidente ou tesoureiro da JFL.

Acham boa a ideia?

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Revistas que não respeitam quem se preocupa com a natalidade

Tradução:
Diz o Felipe para a Letizia: Dás-te conta? Se te engravidar, isto vai ser o mais parecido com trabalho que já tive na vida..


Um Juiz mandou retirar das bancas a revista Jueves, por considerar a capa da revista insultuosa para os sucessores da coroa considerando que a caricatura é «claramente denegridora e objectivamente infame».
Levantaram-se em uníssono os defensores da liberdade de imprensa, contra a decisão do juiz. O costume.

Mas... e se a caricatura fosse de um dos defensores da liberdade de imprensa? Gostariam de se ver retratados daquela maneira? Publicamente?

Eu não. Ainda admitia a caricatura. Admitia até aquele nariz vermelhão. Com esforço ainda aceitava a frase.
Mas aqueles pneuzinhos na barriga... isso nunca.
Claramente denegridores.Uma infâmia. Aliás, contando bem... três infâmias. Arre que é demais.


(só publiquei o cartoon, porque aquele gajo não sou eu)

Gente que não respeita quem se preocupa com o país

A apresentação de novas tecnologias nas escolas, com recurso a uma agência de casting de miúdos.
Um vídeo com algumas questões embaraçosas, colocadas educadamente a Sócrates, por uma jornalista que não faz o papel de figurante.
No Blasfémias