segunda-feira, 24 de agosto de 2009

RALLY MORTAGUA 09






Sábado, 17 de Outubro

1.ª SECÇÃO

14.30 – Partida – Câmara Municipal de Mortágua
14.40 – Parque de Assistência – Entrada – Aeródromo de Mortágua

14.50 – Parque de Assistência – Saída – Aeródromo de Mortágua

15.10 – 1.ª PC – Mortágua 1 (11,79 km)

15.35 – 2.ª PC – Buçaco 1 (12,97 km)

16.25 – Reagrupamento – Entrada – Aeródromo de Mortágua


2.ª SECÇÃO

16.35 – Reagrupamento – Saída – Aeródromo de Mortágua

16.35 – Parque de Assistência – Entrada – Aeródromo de Mortágua

16.45 – Parque de Assistência – Saída – Aeródromo de Mortágua

17.05 – 3.ª PC – Mortágua 2 (11,79 km)

17.30 – 4.ª PC – Buçaco 2 (12,97 km)

18.20 – Reagrupamento – Entrada – Aeródromo de Mortágua


3.ª SECÇÃO

18.30 – Reagrupamento – Saída – Aeródromo de Mortágua

18.30 – Parque de Assistência – Entrada – Aeródromo de Mortágua

18.40 – Parque de Assistência – Saída – Aeródromo de Mortágua

19.00 – 5.ª PC – Super Especial de Mortágua (1,86 km)

19.20 – Parque de Assistência – Entrada – Aeródromo de Mortágua

20.05 – Parque de Assistência – Saída – Aeródromo de Mortágua

20.20 – Chegada – Câmara Municipal de Mortágua


Domingo, 18 de Outubro


4.ª SECÇÃO

10.30 – Partida – Câmara Municipal de Mortágua

10.40 – Parque de Assistência – Entrada – Aeródromo de Mortágua

10.50 – Parque de Assistência – Saída – Aeródromo de Mortágua

11.10 – 6.ª PC – Carapinhal 1 (7,94 km)

11.33 – 7.ª PC – Espinho 1 (19,67 km)

12.26 – Reagrupamento – Entrada – Mortágua (Escola)


5.ª SECÇÃO

12.36 – Reagrupamento – Saída – Mortágua (Escola)

12.50 – 8.ª PC – Carapinhal 2 (7,94 km)

13.13 – 9.ª PC – Espinho 2 (19,67 km)

14.05 – Parque de Assistência – Entrada – Aeródromo de Mortágua

14.25 – Parque de Assistência – Saída – Aeródromo de Mortágua

14.35 – Chegada – Câmara Municipal de Mortágua


O Rali de Mortágua arranca na tarde de sábado com uma dupla passagem pelas classificativas de Mortágua, mais curta (11,79 km contra 24,72 km) que a versão utilizada o ano passado, e Buçaco, esta a primeira das novidades, terminando o dia com a Super Especial nas ruas da cidade, cujo traçado é igual ao utilizado o ano passado.No domingo, os sobreviventes cumprem uma dupla passagem pelas especiais de Carapinhal, a segunda novidade, e Espinho, que se mantém inalterada em relação ao ano anterior, com a consagração dos vencedores a acontecer ao início da tarde junto à Câmara Municipal.
RECORDAR É VIVER......

FEIRA OU UM PEQUENO ENCONTRO DE APICULTURES??


"Feira do Mel e do Pão juntou treze apicultores de várias zonas da região



A décima primeira edição da Feira do Mel e do Pão do Luso realizou-se do passado dia 14 ao dia 16 de Agosto. A iniciativa foi organizada pela Associação dos Apicultores do Litoral do Centro (AALC) e teve como objectivo a divulgação das qualidades do mel produzido nas encostas da Serra do Buçaco e do pão da Mealhada, uma das quatro maravilhas deste concelho. Paralelamente à feira, houve ainda animação, uma exposição temática e outras actividades relacionadas com o tema do certame. Contudo, e segundo Andrea Chasqueira, engenheira técnica da associação, “este ano a feira foi muito fraca em relação aos anos anteriores”.“Temos aqui representados treze apicultores, todos pertencentes à nossa associação, provenientes dos concelhos de Coimbra, da Mealhada, de Cantanhede, de Mira, de Anadia, de Penacova, de Mortágua e de Santa Comba Dão. Para além de divulgarem a apicultura, procedem à mostra dos seus produtos e respectivo escoamento”, declarou João Cristóvão, presidente da direcção da AALC.“O balanço não foi como os apicultores esperavam. Acho que existem dois motivos para que isto tenha acontecido: em primeiro lugar, porque estão a decorrer as obras nas Termas do Luso e a vila tem muito menos pessoas e, em segundo lugar, porque com as obras na Fonte de São João foram colocados paredões que tiram a visibilidade cá para baixo”, explicou Andrea Chasqueira, que ainda afirmou: “Foram vendidos quinhentos quilogramas de mel, especialmente, em licores, em aguardentes e em cosméticos. Em relação ao pão foram vendidos trezentos e também filhoses e bolos de Páscoa. A nossa fornecedora, nesta área, é particular e reside na Carreira”.A repórter do Jornal da Mealhada, no dia da inauguração da feira, falou com alguns dos apicultores deste certame. “Já venho a este certame há uns sete anos, mas não tenho tido sorte. São três dias de férias no Luso, vale apenas por isso”, declarou João Branco, apicultor de Penacova. Também Daniel Salazar, apicultor de Mortágua, afirmou: “Há dez anos que aqui venho, mas não houve ano como o primeiro. A crise está em todo o lado”.António Piedade, apicultor de Penacova, esteve nesta feira, pela primeira vez. “Já tenho abelhas há muitos anos, mas só me registei na associação há três. Só agora decidi participar neste certame”.Num cartaz do certame podia ainda ler-se: “Assim como o número de Apicultores (sócios e não sócios) tem vindo a crescer, também o número de colónias e apicultores tem vindo a aumentar contando, no ano de 2008, com sete mil colmeias registadas. A AALC pretende promover o desenvolvimento da Apicultura na região esclarecendo os associados, e os apicultores em geral, por meio de difusão de conhecimentos técnicos, das melhores práticas a usar na sua actividade e na promoção do desenvolvimento da indústria e do comércio dos produtos da colmeia. Para isso, contamos com um técnico a tempo inteiro que lhes dá o apoio necessário de forma gratuita”. Os interessados em contactar a associação podem dirigir-se à sede da associação na Rua Emídio Navarro, junto ao edifício da Junta de Freguesia no Luso.
" in JM

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Luso! É Verão Outra Vez... Sem Água Outra Vez!!

É Verão outra vez no Luso! Estaçao do ano privilegiada para o veraneio e para as benditas férias. Contudo, o nosso Luso continua a apresentar-se a quem o visita, como a terra onde está a localizada a maior empresa de águas lisas do país, com uma quota de mercado com maioria absoluta mas onde as torneiras de quem aqui habita teimam em não deitar durante o Verão.

Desde o início da semana que vem sendo notória esta situação e, cansada de esperar respostas, fui em busca delas.

Segundo me confidenciaram algumas pessoas conhecedoras da situação, desde o início do mês que há na CMM vozes para que a fonte de S. João seja encerrada pela noite (como já aconteceu antes) mas tal nunca foi autorizado "por quem manda" (foi a expressão que utilizaram).

Disseram-me que "os depósitos estão em baixo porque o consumo é muito". Ora, é uma explicação que não aceito nem nunca poderá fazer sentido. Isto porque o Luso tem neste momento uma taxa de ocupação hoteleira inferior ao que seria normal em qualquer ano em que as termas estivessem a funcionar ou mesmo em relação a algumas décadas atrás em que ainda não tinham encerrado o Hotel dos Banhos, o Hotel Serra, a Pensão Lusa, a Pensão Avenida, a Pensão Buçaco ou a Pensão das Termas.
Outro argumento que me apresentaram foi o de que "os depósitos são abastecidos pela Fonte de S. João, e como a fonte tem menos água no Verão do que no Inverno, ainda é mais difícil que a água chegue." Ora, este é precisamente mais um falso argumento porque qualquer Lusense que se preze sabe que, originalmente, a Fonte de S. João sempre foi mais abundante de Verão do que no Inverno. Qualquer Lusense ques e preze sabe que a água "borbulhava" com muito mais força no Verão do que no Inverno.
A verdade é que, depois de alguns furos que a SAL abriu o nível da Fonte de S. João diminuiu significativamente e o Luso, inexplicavelmente, começou a ter problemas com o abastecimento de água aos domicílios.

A CMM sabe detalhadamente desta situação há já alguns anos. Mas, mesmo assim, aparentemente, ignorou esta situação e não meteu mãos à obra e não resolveu este problema gravíssimo. Poderá o Turismo ser a tal alavanca que o Luso precisa quando os planos que a CMM apresentou (LusoInova) centra toda esta actividade na questão da água e do seu aproveitamento quando depois de um dia de passeio ou tratamento, um turista chega ao seu hotel, à sua pensão ou ao apartamento que comprou para férias no Luso, abre uma torneira e não dispõe do bem mais essencial à vida? É isto o planeamento turístico?

Para além deste aspecto, a CMM deixou-se ficar refém de uma situação em que a renovação da concessão de exploração da água do Luso atribui a uma empresa privada uma área de exploração que prevê uma zona de segurança onde até a própria autarquia fica limitada à captação de águas para abastecimento da rede pública. Assim, caros Lusenses o que vai acontecer será o seguinte ( e de certeza que não me engano). No próximo mandato (se é que tal já nao se encontra previsto), a CMM vai resolver este problema. Como? Muito simples: o Luso vai consumir e pagar água proveniente de Coimbra porque a empresa águas do Mondego já abastece as Lameiras e Barrô e, sem dúvida "a bem do Lusense" vai passar a abastecer o Luso. Negócios são negócios!

Acontece que a qualidade da água de Coimbra (Captada no Mondego, numa fase em que o rio já se encontra no último troço do seu percurso até à foz, portanto, "bem temperado"), é muito inferior à do Luso e passará também a chegar com custo superior porque para o Engº Nelson Geada e restantes administradores desta empresa do grupo Águas de Portugal se passerarem de Audi A4 último modelo e poderem ser pagos com chorudos vencimentos e regalias próprios de gestores de empresas públicas mas indignos de um país com 4 milhões habitantes profissionalmente activos e em que meio milhão estão desempregados, alguém terá de pagar.

Acontece ainda que será ridículo passar a viver numa estância de termas, saúde e beleza onde a água é raínha e esta passar a ser um luxo exclusivo dos que vêm de fora, enquanto os que vivem, sofrem, lutam e fazem desta terra o que ela é, passarão a ter nas torneiras, água de Coimbra, de qualidade duvidosa. Que imagem é que isto poderá dar acerca da gestão e cuidados com esta Vila e com quem nela se encontrar (habitante ou não)?

Alerto assim as pessoas do Luso para o que poderá vir a ser um cenário muito real e que não podemos tolerar. Felizmente a água que consumimos em nossas casas é de boa qualidade. Não podemos prescindir desse direito.

Aos Lusenses que agora vão aparecendo em listas para os orgãos locais, deixo o apelo para que atentem nesta situação e tenham a coragem de incluir nas suas propostas de campanha, a resolução deste problema sério.

O Luso e quem dele gosta agradecem!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009

Pão da Mealhada em selo do Correio



O pão da Mealhada é uma das quatro maravilhas deste concelho. Os Correios de Portugal acabam de editar uma série de selos sobre o "Pão Tradicional Português", contemplando um deles ao pão da Mealhada.

Este pequeno pão de trigo de aspecto arredondado, pontuado por quatro bicos que fazem lembrar uma flor, é também conhecido como “pão da Bairrada” por ser um dos típicos acompanhantes do leitão assado. Depois de duas horas a levedar, tendem-se as bolinhas e, com uma tesoura, corta-se a parte superior em forma de cruz, com o objectivo de abrir a massa e deixar escapar o gás que se criou durante a fermentação, tomando o miolo mais compacto e com um sabor característico.

Uma feliz iniciativa dos CTT com a qual nos congratulamos

Serra do Buçaco - Nemátodo (Doença dos Pinheiros)



O perímetro florestal do Buçaco, um imenso pinhal, com cerca de 974 hectares, que se estende desde a cerca da Mata Nacional até bem perto de Penacova, pode estar em risco de desaparecer completamente devido ao nemátodo do pinheiro, cujos efeitos são já bem visíveis na zona da Espinheira.

O alerta partiu da Associação de Amigos para a Defesa de Luso e Buçaco (AAdeLB) e foi ontem ampliado pela Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza, tendo ambas as organizações tecido fortes críticas à forma como a Autoridade Florestal Nacional (AFN) tem gerido a mata e aquela situação em particular. Fragilizado pelo grande incêndio de 2005, o pinhal, pertença do Estado, converteu-se, na opinião das duas entidades, num foco infeccioso de grandes proporções da doença do nemátodo do pinheiro, estando ameaçada a existência futura daquele tipo de resinosas na Serra do Buçaco.

O presidente da AAdeLB, António Pimenta, revelou ao Diário de Coimbra que, «há dois anos avisámos para o problema e nunca fizeram nada para evitar esta calamidade», acusando a AFN de não ter limpo a mata, limitando-se os serviços a «cortar as acácias, deixando os sobrantes no local».

Considerando que podem estar em risco as espécies exóticas existentes dentro dos muros da Mata Nacional do Buçaco, o responsável apela a uma intervenção enérgica para erradicar a doença.

Já Domingos Patacho, da Quercus, confirma que existe o risco de o nemátodo vir a contaminar outras resinosas existentes, mas prefere direccionar as suas preocupações para a forma como tem sido gerida a mata de pinheiro, defendendo que, apesar de nos encontramos numa época em que não é aconselhável o corte de árvores doentes, existem espécimes com «evidências de decadência» acentuada e que deveriam ter sido cortadas antes da Primavera.

«Não está ser feita a estilha e queima controlada», disse, referindo-se a duas das medidas que podem ser tomadas para combater a doença, defendendo que «não se pode fazer apenas fazer análises para detectar a doença e deixar tudo como está».

In DC

O nemátodo está a ameaçar os pinheiros numa zona do Perímetro Florestal do Buçaco, numa área equivalente a 974 campos de futebol. A denúncia parte da associação ambientalista Quercus, que acusa o Governo de nada fazer para combater a propagação desta doença fatal para os pinheiros. O Ministério da Agricultura está consciente da necessidade de intervenção na área, garantindo que o abate das árvores doentes e a qualificação da zona será realizado só após o mês de Outubro.


"Um dos sítios mais críticos do ataque do nemátodo da madeira do pinheiro ocorre no Perímetro Florestal do Buçaco, uma área com cerca de 974 hectares, próximo de Espinheira, Penacova, onde há locais com mais de 50 por cento de árvores com murchidão/mortas", explica a Quercus.

"São árvores secas há mais de seis meses. É madeira que está a perder valor comercial e isso é negligência do próprio Estado", acrescentou Domingos Patacho, da organização ambientalista, sublinhando a urgência de uma intervenção: "Há risco para a Mata Nacional do Buçaco".

Fonte do Ministério da Agricultura garante estar "planeada uma intervenção no Perímetro Florestal do Buçaco, que será realizada em tempo oportuno". "Por lei, toda e qualquer intervenção está proibida entre Abril e Outubro, devido ao insecto vector que transporta a doença", acrescentou o porta-voz do gabinete do ministro Jaime Silva, explicando que após o abate será levada a cabo a qualificação de toda a zona intervencionada. "Terminada a acção, serão estudadas medidas para qualificar a área".

Face aos números de infecção apresentados pela Quercus, na ordem dos 30 a 50 por cento, o Ministério da Agricultura contesta e fala em valores muito inferiores. "Os nossos valores andam entre os três e os quatro por cento, com confirmação laboratorial. A Quercus deve ter chegado a esses números ao observar os primeiros sinais de decadência da árvore e muitas vezes nem é nemátodo".

PORMENORES

NEMÁTODO
O nemátodo da madeira do pinheiro é um verme microscópico, do grupo das lombrigas, que ataca pinheiros e outras árvores resinosas.

INSECTO VECTOR
O longicórnio do pinheiro é o insecto vector desta doença. A sua função é a de transportador da larva. A dispersão do nemátodo está limitada ao período de voo do insecto, de Abril a Outubro.

SINTOMAS
O amarelecimento e murchidão das agulhas, diminuição da resina e a manutenção das agulhas mortas por período prolongado são os principais sintomas da doença, provocando a morte da árvore.

COMBATE À DOENÇA
Segundo a Autoridade Florestal Nacional deve detectar-se e remover os pinheiros mortos ou com sintomas de declínio, preferencialmente no período de Novembro a Março de cada ano, e eliminar todos os sobrantes de exploração florestal.

In CM

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Novos Caminhos são Possiveis?


Depois do recente e infeliz episódio do encerramento das termas, ficaram mais do que claros vários factos relativamente à nossa terra:

1 º - O balneário é e será sempre a "locomotiva" do Luso. Qualquer coisa que com ele aconteça afecta directa e imediatamente a vida de todos os lusenses.

2º - A excessiva e continuada dependência (quase em exclusivo) do balneário fez com que num ano como este, surgisse um "vazio" de oferta turística que é incompreensível numa terra que (felizmente) tem outras armas além do referido balneário.

Ou seja, face à existência do Bussaco, da localização privilegiada no centro de Portugal e a proximidade de Coimbra e a integração numa zona de gastronomia e vinhos como é a Bairrada, o mais normal seria que o impacto do negócio termal não fosse tão grande e violento como se tem estado a revelar.

Sendo assim, está mais do que claro que a aposta em alternativas viáveis, que nos diferenciem face às outras terras, já deveria ter sido feita há muitos anos, mas teimosamente, todos (ou quase todos) ficaram à espera de ver o que é que a SAL e a CMM fariam. Uma espécie de atitude de "eles é que têem a obrigação de fazer enquanto que nós vamos recolher os frutos".

Mas nada está perdido! Estamos sempre a tempo de mudar a atitude base e passar a abordar o negócio da nossa terra com auto-responsabilidade e de passar a colaborar com os nossos conterrâneos de modo a que todos possam viver melhor e encarar o futuro com outros olhos, mais dependentes dos seus próprios passos do que dependentes da SAL ou da CMM.

Não digo com isto, que a SAL ou a CMM se possam alhear à sua missão de lideres, porque isso jamais acontecerá, digo, isso sim, que devemos nós próprios procurar a partilha dessa liderança e responsabilidade, nomeadamente como a divulgação e criação de novas ideias (que sejam exequiveis) que possam colocar o Luso numa nova rota de convergência com o crescimento e estabilização em alta, da procura turística de qualidade.

Para tal, como em todos os projectos e ideias, devemos começar pelo princípio e dar ao Luso uma face nova, de gente nova e ideias frescas.... :-)))

Julgo que dentro de alguns dias haverão novidades das quais todos os lusenses irão gostar e com as quais poderão ganhar e melhorar.

Veremos...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Mal não faz...


Por sugestão do Movimento de Comerciantes e Hoteleiros de Luso, a Câmara Municipal da Mealhada resolveu suportar o encargo, durante o mês de Agosto, de colocar um autocarro diário entre o Luso e a Curia de modo a que os termalistas que se resolvam alojar no Luso para fazer termas na Curia, o possam fazer sem aumento de custos.

A medida que se destina a minorar o transtorno causado pela tolice de fechar as termas do Luso durante o Verão, peca exclusivamente por ser tardia, mas o facto é que mal... não faz, e pode muito bem contribuir para corrigir alguma coisa (pouca) do "terramoto" que a Sociedade da Água de Luso resolveu infligir ao Luso e às suas gentes.

Mas a medida em sí, de nada servirá se os agentes interventivos no processo (SAL, Termas de Luso, Câmara Municipal, Posto de Turismo, Hoteleiros e Particulares que alugam quartos), não tratarem de se por em campo para divulgar a medida junto de todos os termalistas que costumam frequentar as termas de Luso.

Agora que o mal está feito e o tempo passado, a única coisa que pode ser feita é tentar minorar os estragos com a umildade de ter a consciência de já não ser possivel uma solução total.

Por vezes, protestar não chega. Há que apontar caminhos que, mesmo que insuficientes e tardios, sejam positivos!

Touché...

sábado, 18 de julho de 2009

Bombeiros da Mealhada contemplados com desfibrilhador e ambulancia INEM










Os Bombeiros Voluntários da Mealhada estão entre as quinze associações contempladas com um desfibrilhador automático externo (DAE), na sequência da campanha promovida pela empresa Unilever Jerónimo Martins (UnileverJM), em parceria com a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP). E por sua vez receberam um extra..............................

EXISTIU OU NAO????............................





Associação do Carnaval cancelou feira
" A Associação do Carnaval da Bairrada (ACB) cancelou a Feira de Automóveis Usados, agendada para o passado fim-de-semana, por “falta de adesão dos stands convidados”, justifica em nota enviada à comunicação social.Esta feira, que a ACB divulgou no final de Março, mesmo sem se realizar foi motivo de um episódio curioso, na medida em que quando o executivo municipal tomou conhecimento do evento ele já estava referenciado como tendo apoio da autarquia. "
in Mealhada Moderna

sábado, 11 de julho de 2009

Boas Notícias

"A Câmara Municipal da Mealhada aprovou, na reunião desta semana, a viabilidade de construção de um novo hotel de cinco estrelas e uma clínica de fisioterapia e hidroterapia na vila do Luso. O complexo, que já obteve o parecer positivo do Turismo de Portugal, deverá ser construído num terreno, com mais de 12 500 m2. Situado ao longo da Avenida dos Castanheiros."

NOVO SIMBOLO DO PS..............






ESTE É O NOVO LOGOTIPO DO PS PARA AS NOVAS ELEIÇOES, MUITO RADICAL, POR SINAL ........................................

1º GRANDE CORRIDA ....................



FICA AQUI O CONVITE PARA QUEM FOR AFICIONADO DA TAUROMAQUIA....................

sexta-feira, 10 de julho de 2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A reacção de Alberto da Ponte

A seguir é só substituir o Herman Pelo Alberto e a frase chave por "Tens de leveite a seria the gajeite the Luso e the Mealhada"... LOLOLOLOLOLOLOLOLOLLLLLL

Eu também quero o-pinar sobre o fecho das termas do Luso

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Mealhada com Menos desemprego


(...)" Olhando para os concelhos bairradinos vizinhos, a Mealhada passou agora a ser aquele que regista menos desempregados nos serviços de emprego, com estes 733. Segundo estas estatísticas do IEFP, Águeda lidera esta lista com 2029 registos (2023 no mês passado), seguindo-se o concelho de Cantanhede com 1156 (1204 e Abril), Anadia com 1070 (mais 8 que no mês anterior), Mealhada (754, mais 4) e Oliveira do Bairro com 742 pessoas registadas, menos três que em Abril."

in Mealhada Moderna

Gostaria só de fazer uma ressalva a este artigo, uma vez que lhe falta informação para que a sua interpretação possa ser honesta.

1º - qual a percentagem de desempregados face à população total dos concelhos? (É que por exemplo 1 milhão de desempregados na China é apenas "ligeiramente" diferente de 1 milhão de desempregados em Portugal)

2º - Qual o destino desses desempregados? arranjaram emprego num dos concelhos vizinhos contribuindo para o aumento do desemprego nesses concelhos ou foram criadas novas oportunidades de trabalho no nosso concelho?

3º - Foi deduzido o impacto da sazonalidade no número de desempregados? É para isso mesmo que servem as taxas de variação homólogas!

4º - Os números podem ser "torturados" até dizerem o que pretendemos que digam. Espero que este não seja o caso como parece ser

No Wall Street Journal - Para 2 milhões de leitores


Big-Time Barbecue

A Portuguese Town’s Spit-Roasted Claim to Fame


Mealhada, Portugal

Most Portuguese towns are graced with monuments honoring local heroes. Mealhada is a bit different. There’s no stony faced navigator or dreamy bronze poet to greet visitors here. Instead, there’s a three-meter monolith topped with an oversized limestone piglet, its snout pointed skyward in an expression of civic pride in its inhabitants’ prowess in the arts of porcine cuisine.

(...)

Notícia Completa Aqui


"MOVIMENTO DE COMERCIANTES E HOTELEIROS DO LUSO

Comunicado à população

1 – Quando se completam três anos de iniciativas em defesa da revitalização das Termas de Luso, o “Movimento de Comerciantes e Hoteleiros de Luso”, criado em Junho de 2006 com esse fim, agradece a todos os Lusenses e aos muitos amigos das suas Termas, a força, a confiança e o incentivo que sempre recebeu neste período;

2 – Com o anúncio formal pelo concessionário, primeiro da constituição de uma nova sociedade para desenvolvimento das Termas feito em Março de 2008, e depois da apresentação de um projecto de remodelação do balneário e do seu modelo de exploração (que imcompreensivelmente demorou um ano a ser apresentado), cumpriu-se, em parte, o nosso principal objectivo – Travar o continuar da degradação a que chegou o actual balneário Termal de Luso e consequentemente da imagem do Luso;

3 – Perante um projecto tímido, sem ambição, exíguo na dimensão e modesto no investimento, sentimos o desinteresse patente em recolocar as Termas de Luso no lugar de referência nacional do termalismo que a sua tradição e imagem recomendariam, com notórios prejuizos para todos, inclusivé para a própria imagem da marca “LUSO”.
Concebido numa lógica de subalternização do termalismo clássico (agora reduzido à sua dimensão de 1929), e deixando de lado o mercado emergente do termalismo lúdico e de diversão, não acautela os reais interesses da economia local, na medida em que não se revela dimensionado nem vocacionado para recuperar os turistas/termalistas perdidos pelo Luso nos últimos anos, nem se preocupa com a fidelização de clientelas mais jovens que possam ao longo dos anos, garantir uma estrutura de mercado estável;
Face à necessidade de modernização e diversificação da oferta termal para o Luso, nunca tivemos medo da mudança, mas tememos, que esta oportunidade há tanto esperada, se dilua num projecto redutor das potencialidades do Luso e frustrante das esperanças e ambições de desenvolvimento sustentado da nossa terra;

4 – Lamentamos com veemência, o facto de a calendarização das obras, ter sido planeada sem atender ao interesse do cliente termal, e agravando de forma injustificada e incompreensível, a já difícil situação económica dos negócios do Luso.
Fazer coincidir a execução de um plano de obras, que tem implícita uma duração de apenas seis meses, com a Época Termal 2009, é reveladora de grande insensibilidade e desprezo pela actividade termal e pelo Luso e pelas suas gentes, em todas as suas dimensões e reflexos;

5 – Acreditamos que, com outro empenho e apoio institucional sobretudo da Câmara Municipal que é a proprietária dos edifícios das Termas, e uma maior e melhor intervenção de todos os partidos políticos com representação concelhia, os resultados seriam outros. Mas também não temos dúvidas que, sem a acção persistente e insistente, resultante do vosso apoio a este “Movimento”, estaríamos agora muito mais longe dos objectivos iniciais.

6 – Com o vosso estímulo e contributo, continuaremos a seguir atentamente a implementação deste e de outros projectos junto do concessionário e das entidades tutelares da actividade termal e das concessões de recursos naturais.
Prometemos continuar a agir em todos os planos de intervenção, de modo a garantir que, a exploração da Água Termal que nasce no Luso reverta, em primeiro lugar (porque é um bem público que apenas se encontra concessionado), para benefício do Luso, do concelho, e das pessoas que aqui vivem e têm os seus negócios.

Luso, 30 de Junho de 2009
Os Comerciantes e Hoteleiros de Luso"

Luso ou Monte Real? Monte Real, pois então!


O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, presidiu ontem, no Palace Hotel Monte Real, à inauguração oficial das Termas de Monte Real, projecto em que o Grupo Lena Hotéis e Turismo investiu 27 milhões de euros (e no Luso???, quanto será?) e que resultou da reabilitação do antigo parque termal.
Com este empreendimento, a Lena Hotéis e Turismo pretende contribuir para o desenvolvimento turístico da região, posicionando-o como importante destino na área do turismo de saúde e bem-estar, um dos 10 produtos estratégicos definidos pelo PENT.
Fruto do investimento de 27 milhões de euros, o projecto de recuperação da antiga estância Termal de Monte Real contemplou a construção de um complexo turístico, tendo sido criadas três unidades com serviços, equipas e acessos distintos: Termas de Monte Real (termalismo clínico) que entrarão em funcionamento ainda no decorrer deste mês, o Spa Monte Real, espaço criado de raiz que abrirá ao público no próximo dia 10, e o Palace Hotel Monte Real, hotel de quatro estrelas com 101 quartos, que também abrirá no próximo dia 10.
A recuperação teve como objectivo fazer de Monte Real um dos mais nobres empreendimentos em Portugal dentro do segmento de turismo de saúde e bem-estar, preparando-o para estar aberto todo o ano. Tratou-se de valorizar as Termas de Monte Real enquanto produto turístico, conjugando as vertentes de termalismo clássico com o termalismo clínico e de bem-estar, integrando ginásio, campo de futebol, mini-golfe acreditado pelas entidades reguladoras, campos de ténis, circuito de manutenção, entre outras estruturas destinadas ao lazer.
Monte Real conta com uma unidade hoteleira de quatro estrelas que preserva a identidade do antigo Hotel Monte Real, cuja fachada foi preservada, restaurante, salas polivalentes, bares, piscinas, parques infantis e lojas.
F.R.

in Turisver

Ou ainda:

Termas querem voltar a ser as maiores da Península Ibérica
Depois de três anos em obras de requalificação, o Palace Hotel Monte Real abriu as portas para as centenas de pessoas que, em ambiente de fim de tarde, ali se deslocaram. A inauguração foi presidida por Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, que definiu o renovado complexo como sendo "um magnífico investimento" do Grupo Lena.
Aplaudindo a "opção na requalificação, que é uma aposta ganha", Bernardo Trindade foi guiado pelos três diferentes espaços que compõem o complexo: Termas, Spa e Palace Hotel.
Representando um total investido superior a 27 milhões de euros, Paulo Fernandes, presidente do Conselho de Administração da Lena Hotéis e Turismo, confessou-se orgulhoso pelo facto de as obras NUNCA terem interrompido qualquer época termal.
Abertas pela primeira vez em meados de 1925, as Termas de Monte Real já foram as maiores da Península Ibérica. Um estatuto que a actual administração pretende recuperar.
A longo prazo está nos planos da administração construir um condomínio de luxo, "em zona selectiva", enquadrado no projecto ontem apresentado ao público.
António Barroca, presidente do Conselho Geral do Grupo Lena, destacou a "importância do complexo termal, não só para nós, como também para a região" desde a apresentação do projecto em Março de 2006.
"Monte Real merece este espaço, que se ajustasse às exigências dos consumidores", sublinhou.

Os objectivos propostos

O administrador Paulo Fernandes aponta uma meta de 10 mil clientes por ano, na área de termalismo. As termas têm capacidade para 130 mil tratamentos, no mesmo espaço de tempo.

in Diário de Leiria

Ou ainda

O Grupo Lena inaugura hoje o Parque Termal de Monte Real, um investimento de 27 milhões de euros que contempla, além da reabertura das termas, um hotel e uma área de bem-estar.
O presidente do conselho de administração da Lena Hotéis e Turismo, holding que gere todas as participações sociais do Grupo Lena na área do Turismo, disse à Agência Lusa que este é um projecto "inquestionavelmente muito ambicioso".
Paulo Fernandes realçou a "dimensão do investimento" e o facto de integrar e complementar "termalismo, área de bem-estar e hotelaria", sublinhando não ter dúvidas quanto ao "impacto extraordinário" que vai ter em Monte Real e no concelho.
"Percebemos que, sem termalismo, nada se fazia aqui, mas com a qualidade deste termalismo é possível fazer muito mais do que aquilo que existia", sintetizou o responsável.
O projecto incluiu a recuperação do hotel, com 101 quartos, a segunda unidade de quatro estrelas em Leiria.
Do hotel, e após percorrer uma alameda de cerca de 500 metros, junto à qual existem dois campos de ténis, um parque infantil, um campo de mini-golfe e circuitos de manutenção, chega-se às áreas de termalismo e bem-estar, esta última rodeada por um lago. A requalificação do espaço abrangeu a construção de um edifício de apoio com bar entre as termas e o "spa", a manutenção da capela existente, aberta ao culto, além da criação de 3,2 quilómetros de percursos pedestres pelos 24 hectares de parque verde que envolve o complexo e onde se situa a nascente.
Paulo Fernandes explicou que o projecto, que passa a ser a décima segunda unidade de hotéis e resorts do Grupo Lena, dois dos quais localizados no Brasil, "foi pensado para quebrar a sazonalidade" que esteve associada às termas de Monte Real e evitar que o termalismo "seja visto como um produto do segmento da terceira idade".
Por outro lado, o presidente do conselho de administração disse acreditar que o parque vai beneficiar do turismo religioso e cultural, e da oferta sol e praia, esta última a uma dúzia de quilómetros de Monte Real, da região.
Concebido para receber oito mil utentes por ano nas termas e mais de quatro mil no "spa", o Parque Termal vai ter mais de 110 trabalhadores.
As Termas de Monte Real começaram a ser exploradas de forma profissional em 1926 por Olímpio Duarte Alves, em cuja família o espaço permaneceu até Março de 2005, data em que foram adquiridas pelo Grupo Lena. Paulo Fernandes explicou que, de acordo com os registos da família Mexia Alves, a "água nunca registou qualquer alteração".
"Conseguimos, com a edificação deste projecto, não prejudicar a nascente, como tivemos a sorte de numa captação termal que fizemos duplicar a produção de água termal neste espaço", declarou, garantindo estar assegurada "a continuidade do projecto em relação ao futuro".
O Parque Termal de Monte Real vai abrir ao público a 10 de Julho, com excepção das termas, cuja reabertura está prevista ainda no decurso do corrente Verão.

In Diário de Leiria